Ele a viu toda bonita, ainda menina, vestida de branco, trança contendo as ondas revoltas dos longos cabelos castanhos, praticando tai-chi na quadra de esportes da Faculdade de Filosofia. Cantou para ela Che Gelida Manina, do Puccini, e ela ria muito, muito surpresa. É que ele falava tão baixinho, mansinho, sem pressa, que a voz cantada (tamanha) parecia de outro espírito.
A verdade verdadeira é que ela prefere poesia e aposta nos benefícios da inquietude. Ele é optante do silêncio.
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