Foi ela, Margarida, a Paixão. Aí não sobrou do que fizessem civilizado "bom dia". Impetuosa, vive do que inventam os seus olhos coloridos e que, invariavelmente, lhe sirva ao prazer. Ao próprio e breve prazer. Foi a porra da Paixão, Margarida. E pensar que seria uma linda Amizade... Ceronha Pontes 26 de janeiro de 2013
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